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BATUQUES DE PERNAMBUCO
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Batuques confirma novo ciclo de Oficinas
O Grupo Percussivo Batuques de Pernambuco promoveu inscrições para as suas oficinas de aprimoramento e iniciais. Imagem de Arquivo Esse novo ciclo, de acordo com a coordenação do grupo, visa o aperfeiçoamento das aptidões musicais, dos integrantes, que estão dispostos a fazer uma reciclagem rítmica dos instrumentos escolhidos. Já um outro grupo, optou por experimentar o a troca por novo instrumento rítmico, como forma de mobilidade dentro do grupo, mas sobretudo, de aprendiza

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há 19 horas1 min de leitura


BATUQUES NO CARNAVAL 2026
O Batuques de Pernambuco levou para o Carnaval 2026 a homenagem, a força, resistência, luta e cultura dos povos originários de Pernambuco. Por onde o Batuques de Pernambuco passou, seja no Recife Antigo ou em Olinda, o grupo encantou. Quando se faz um trabalho com dedicação e amor o resultado sempre se refletirá com elogios e emoção. O público, os influenciadores e a imprensa replicaram em elogios o resultado de nosso trabalho de meses, desenhados em nossos toques e colocados

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19 de fev.2 min de leitura


Alfaia
Texto de Alberto Cajueiro A alfaia é um tambor de grande porte amplamente associado ao Maracatu Nação, manifestação cultural afro-brasileira consolidada em Pernambuco, especialmente nas cidades de Recife e Olinda. Sua origem está vinculada às matrizes africanas trazidas ao Brasil durante o período colonial, particularmente das regiões centro-ocidentais do continente africano, como Congo e Angola, cujas tradições musicais utilizavam tambores de grandes dimensões em rituais, ce

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19 de fev.2 min de leitura


Gonguê e Agogô
Instrumento de percussão idiofone, essencialmente de origem africana (tradição banto), fundamental no Maracatu de Baque Virado (Nação) em Pernambuco, Brasil. Gonguê É um sino de metal (ferro/aço) com boca achatada, tocado com uma baqueta, que define o ritmo do cortejo e possui funções sagradas nos terreiros. Raízes africanas, com o termo derivado de ngongue, introduzido no Brasil durante o período escravagista. Atua como o "maestro" do baque virado, ditando o ritmo que as alf

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11 de fev.1 min de leitura


Timbau
O Timbau Brasileiro é um instrumento de percussão membranofone, cônico e agudo, cujas raízes estão na ancestralidade africana, consolidando-se como um ícone da música percussiva baiana a partir dos anos 1990 com o grupo Timbalada. Embora não seja o instrumento original das nações de Maracatu, ele foi incorporado posteriormente por grupos modernos para adicionar novos timbres e swing à levada tradicional. O timbau tem origens profundas na percussão de matriz africana, evoluind

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11 de fev.1 min de leitura


Caixa de Guerra
Texto de Alberto Cajueiro A Caixa é um instrumento de percussão fundamental, conhecido por guiar o ritmo e atuar como o "coração" da batida do baque virado, unindo os instrumentos com uma pulsação vibrante e contínua. Origem Sua origem é militar e europeia, sendo incorporada à cultura popular brasileira durante o período colonial. A caixa de guerra, também chamada de tarol ou snare drum, tem origem europeia e foi historicamente usada em exércitos para marcar o ritmo de marcha

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11 de fev.1 min de leitura


Agbê
Texto produzido por Alberto Cajueiro. O agbê (também chamado de xequerê, agê ou xere) é um instrumento de percussão ancestral de origem africana (jejê-nagô). Foto Arthur Motta/Folha de Pernambuco Composto por uma cabaça seca envolta em uma rede de contas, sementes ou búzios, foi introduzido no Brasil por povos escravizados, é fundamental no Candomblé, Afoxés e Maracatus, simbolizando resistência cultural, ancestralidade e espiritualidade. Origens e Nomes Originário da África

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11 de fev.2 min de leitura


Truká
O Povo Truká está localizado principalmente na ilha da Assunção, no rio São Francisco, município de Cabrobó e Orocó no sertão do estado de Pernambuco, cerca de 550 km do Recife. Eles também são encontrados em áreas adjacentes, incluindo algumas ilhas e o continente, na região do Médio São Francisco, entre os estados da Bahia e Pernambuco. Fontes históricas estimam a fundação de uma aldeia indígena na extremidade ocidental Ilha da Assunção no ano de 1722. Em 1761, a ilha foi

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10 de fev.2 min de leitura


Pankará Serrote dos Campos
O povo indígena Pankará Serrote dos Campos, município de Itacuruba, Estado de Pernambuco, vive às margens do Rio São Francisco, também reconhecido como o grande Opará, pelos povos indígenas do Sertão de Itaparica. O velho Chico se trata de um verdadeiro território tradicional, pois, bem antes da chegada dos colonizadores na região, a mesma já era ocupada por diversos Povos Indígenas. O Opará é de fundamental importância para o Bem Viver dos Povos, tanto do ponto de vista mate

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6 de fev.1 min de leitura


Pankararu e Entre Serras
O Povo Pankararu e Entre Serras habitam a região do médio rio São Francisco, localizada entre os municípios de Tacaratu, Petrolândia, e Jatobá no Sertão de Pernambuco, cerca de 450 km de Recife. Possuem uma rica cultura que se manifesta aravés de rituais, danças, arte plumária, cestaria , cerâmica e pintura corporal. A terra indígena foi homolongada em 1987 e abrange uma área de 14.294 hectares, embora a demarcação inicial tenha sido reduzida para 8.100 hectares em 1940. Com

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6 de fev.2 min de leitura


Pankaiwká
O Povo Pankaiwká é originário do tronco étnico Pankararu habitando a região da volta do Moxotó, no município de Jatobá, no agreste de Pernambuco, próximo ao Rio São Francisco, cerca de 550 km de Recife. A retomada do território Pankaiwká ocorreu no final dos anos 1990, após lutas e resistências de seus antepassados.Conta com uma população de 249 indígenas. No segundo semestre de 2003 foi constituído pela FUNAI um GT (Portaria N° 977/PRES, de 14/10/2003) que executou estudos

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5 de fev.1 min de leitura


Esquenta e Cortejo Batuques
Neste sábado (07/02) O Batuques de Pernambuco irá realizar seu Esquenta Batuques e em seguida fará seu último Cortejo, antes do carnaval, pelas ladeiras de Olinda. Nosso Esquenta de Carnaval será realizado no Espaço Cultural Oswaldo Sérgio em Olinda à partir das 12 horas com a participação do DJ Juniovéi com muito samba, frevo e maracatu. A partir das 17 horas será realizado o Cortejo Percussivo pelas Ladeiras de Olinda que irá percorrer o nosso trajeto durante o Carnaval 20

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5 de fev.1 min de leitura


Atikum
O nono povo originário a ser apresentado nessa série são os Atikuns, que estão localizados na Serra do Umã (Atikum-Umã que faz referência a localidade), no município de Carnaubeira da Serra à 490 km do Recife. Os Atikum são falantes apenas do português, não lembrando sequer o léxico de uma língua anterior - a não ser pouquíssimas palavras que dão nome a certos elementos da natureza (por exemplo: sarapó = cobra grande e comestível; toê = fogo). Há uma única referência com rela

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5 de fev.1 min de leitura


Pankará da Serra de Arapuá
Povo Pankará da Serra do Arapuá, localizado no município de Carnaubeira da Penha, sertão de Pernambuco, cerca de 484 km de Recife e foram somente reconhecidos oficialmente em maio de 2003. O povo Pankará, semelhante a outros povos situados na região Nordeste, passou por um processo histórico não linear, caracterizado pelo fluxo constante de grupos indígenas nos sertões do Pajeú e adjacências como conseqüência do esbulho (apropriação ilegal) de suas terras por tradicionais inv

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30 de jan.2 min de leitura


Pipipã
O povo Pipipã está localizado no município de Floresta, há aproximadamente 390 km da capital pernambucana. O povo Pipipã constitui uma das etnias historicamente habitantes da Serra Negra. O território Pipipã está situado no município de Floresta, Pernambuco, e em 2005 teve-se início os estudos para identificação e demarcação da Terra Indígena Pipipã, na atualidade com aproximadamente 5 mil indígenas, os Pipipã tradicionalmente vivem da agricultura de subsistência, cultivando

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28 de jan.1 min de leitura


Batuques no Antigo
No ultimo domingo (25/01) o Batuques de Pernambuco coloriu as ruas do Recife Antigo de azul e com muito Maracatu. O grupo percorreu as ruas históricas do Recife Antigo com muita energia e disposição mostrando para os turistas e frequentadores do centro da Capital Pernambucana, o tamanho do Batuques de Pernambuco. A concentração ocorreu na Rua da Moeda e o aquecimento já foi de arrepiar, demonstrando toda energia e o aprendizado das oficinas percussivas e empolgando as pessoas

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26 de jan.1 min de leitura


Tuxá de Inajá
O Povo Tuxá é composta pro 15 famílias que foram transferidas das terras em Itacaratu/PE, devido á construção da hidroelétrica de Itaparica. A área onde os Tuxá se estabelecem, conhecida como Terra Indígena da Fazenda Funil, onde adquirida pela chesf e possui uma área de aproximadamente 141 hectares sendo uma das comunidades Tuxá remanescentes após a inundação de seu território tradicional (Ilha da Viúva, Rio São Francisco). Em função da construção da hidrelétrica de Itapar

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25 de jan.2 min de leitura


Fulni-ô
O Povo Fulni-ô atualmente habitam próximo ao rio Ipanema no município de Águas Belas, tem origem com os Povos Carnijós. Foto de Mariana Florêncio São conhecidos por manterem viva sua língua nativa, o Yaathe, e por seu ritual sagrado chamado ouricuri. Contam com uma população de 5.627 indígenas. O Povo Fulni-ô possui uma área total de 12 mil hectares e abriga duas aldeias, sendo uma delas usada para o ritual do ouricuri. Todos os Fulni-ô que trabalham fora de Águas Belas, dur

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15 de jan.1 min de leitura


Kambiwá
O Povo kambiwá cujo nome significa “retorno à Serra Negra”, localizado nos municípios de Inajá, Ibimirim e Floresta, com uma distância de 354 km da capital do Estado de Pernambuco (Recife). Segundo algumas pesquisas feitas com lideranças da comunidade e dados do PPP-Projeto Político Pedagógico, temos uma população de aproximadamente 3.528 habitantes, os Kambiwá estão distribuídos em 13 aldeamentos e a Baixa da índia Alexandra, aldeia principal, onde se encontra o Posto Indíge

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13 de jan.1 min de leitura


Kapinawá
O Povo Kapinawá são descendentes dos índios que habitavam a aldeia dos macacos e está dividido entre três municípios Buíque, Tupanatinga e Ibimirm, entre o Agreste e Sertão Pernambucano. Com uma população de aproximadamente 6 mil indígenas (dados cedido pelo Povo), em uma área de 12.403 hectares de terras com uma parte demarcadas, homologada e desentrusada e outra parte do território em processo de demarcação, estando sobreposta ao Parque Nacional do Vale do Catimbau. Palitot

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12 de jan.1 min de leitura
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